Dor lombar ou lombalgia: Causas possíveis, diagnostico e como tratar

A ressonância magnética desempenha um papel fundamental para diagnosticar doenças e problemas em diversas áreas do corpo, inclusive na coluna. Sendo assim, para quem sofre com dor na lombar, esse exame ajuda a identificar a condição e tratá-la. No entanto, muitas pessoas ainda não sabem a importância desse exame.

Portanto, caso tenha ficado curioso para conhecer um pouco mais sobre o assunto, então continue lendo esse conteúdo!

O que é lombalgia?

A lombalgia, conhecida como dor lombar, é a segunda maior causa que leva as pessoas ao médico, ficando atrás somente do resfriado. Cerca de 50% da população até os 20 anos, sofre com o problema. Já para as pessoas com mais de 60 anos, 80% possui lombalgia. Isso significa que mais da metade da população sofre com dores na região da lombar.

dor lombar

No entanto, a maioria das pessoas ainda confunde uma simples dor nas costas com lombalgia. Vale ressaltar que uma dor nas costas não significa, necessariamente, lombalgia. É comum sentir dores nas costas após a prática de exercícios físicos, ficar muito tempo sentado ou deitado. Porém, nesses casos, a dor desaparece dentro de poucos dias.

Já a lombalgia é uma dor localizada na região lombar, que fica em uma parte mais baixa da coluna, próxima a bacia. Porém, a dor ainda pode se expandir para as nádegas e até a parte posterior das coxas.

As causas para o desenvolvimento de dor lombar são várias. No entanto, há certos fatores de riscos que contribuem para o seu surgimento como, por exemplo, lesões musculares devido a sobrecargas, incluindo levantar mais peso do que a pessoa consegue.

Outro fator é a má postura, tanto ao sentar quanto ao carregar algum objeto pesado. Mas, além disso, também há outras causas, tais como:

  • Inflamação;
  • Infecção;
  • Hérnia de disco;
  • Escorregamento de vértebra;
  • Artrose;
  • Entre outros.

Desse modo, a pessoa acaba tendo as suas atividades diárias e qualidade de vida prejudicadas por causa dessa condição.

lombalgia

Ressonância Magnética de Coluna Lombar

Um exame que muito tem sido utilizado hoje em dia para diagnosticar as mais variadas doenças e outros tipos de problemas de saúde é a ressonância magnética (RM), por ser bem simples e eficaz em localizar a patologia.

A RM de coluna lombar é um exame que ajuda a tratar a dor lombar com eficiência. De forma simples, esse exame não é invasivo e totalmente indolor. Ele funciona por meio das ondas de radiofrequência e campo magnético que captura imagens de alta qualidade e bem detalhadas, sem qualquer tipo de radiação, do interior do corpo humano.

Sendo assim, por meio das imagens obtidas durante esse exame, possibilita que o médico identifique a região exata onde está o problema, mesmo que seja mais difícil de ser encontrado, como ocorre com tumores, câncer e outras doenças.

Logo, existem uma série de diferentes tipos de ressonância magnética para cada parte do corpo. Desse modo, a RM da coluna é uma delas, e possui como objetivo analisar a região da coluna e indicar lesões na região ou proximidades como a lombalgia, por exemplo.

Hoje em dia, a ressonância magnética é o exame mais eficiente e indicado para fazer uma avaliação da coluna e tratar dor na lombar, podendo diagnosticar uma doença em até 24h caso seja feita a emissão do laudo a distância.

Como é feito o exame Ressonância Magnética?

exame para dor lombar

Mas, afinal, como é feito o exame de Ressonância Magnética? Bem, essa é uma dúvida comum e muitas pessoas têm um certo receio quanto ao exame. Porém, o processo é completamente indolor e rápido, geralmente dura em média de 15 a 30 minutos.

Basicamente, o paciente fica em uma maca e depois é colocado para dentro do aparelho. Enquanto estiver dentro, ele deverá ficar imóvel, para obter melhores imagens. No preparo para o exame, o médico irá orientá-lo melhor sobre como funciona todo o processo.

Mas, em geral, é preciso chegar na hora marcada e não usar quaisquer objetos metálicos, tais como:

  • Relógios;
  • Piercings;
  • Brincos;
  • Anéis;
  • Pulseiras;
  • Colares;
  • Zíper;
  • Botões;
  • Entre outros.

E, além disso, é importante que o paciente avise ao médico sobre qualquer problema de saúde que tenha, se está grávida ou se passou por alguma cirurgia recentemente. Embora o campo magnético não causa nenhum dano a saúde, porém, pode acabar provocando o mal funcionamento dos equipamentos médicos.

Para que serve esse exame?

O exame de ressonância magnética da coluna lombar é fundamental para apontar possíveis patologias que afetam a região, como por exemplo:

  • Doenças infecciosas;
  • Doenças inflamatórias;
  • Fraturas por estresse de vértebras;
  • Doenças degenerativas;
  • Tumores malignos;
  • Tumores benignos.

Identificar o problema o mais cedo possível é importante para começar o quanto antes o tratamento, impedindo que a doença avance e prejudique a qualidade de vida da pessoa. Por isso a ressonância magnética é o melhor exame para identificar a patologia, para que assim o paciente possa tratá-la da maneira mais adequada.

Como prevenir a lombalgia ?

Para prevenir a lombalgia, o melhor modo é fortalecendo a musculatura que sustenta o nosso corpo, ou seja, o abdômen, dorso e a coluna. Desse modo, a melhor forma para isso é adotando hábitos mais saudáveis, isso inclui a prática de alguma atividade física, como, por exemplo, exercícios aeróbicos e de fortalecimento muscular.

tratamento ressonancia magnetica lombar

Praticar alongamentos e ter uma reeducação postural também são fatores importantes para impedir que esse problema se desenvolva. Caso a dor surja, o mais indicado é procurar um médico para orientá-lo da melhor forma e marcar os exames para verificar a causa exata do problema.

Conclusão

Em suma, a dor lombar é um problema muito comum que afeta milhares de pessoas, tanto jovens quanto idosos. As causas dessa doença são diversas, mas no geral, má postura e sobrecarga excessiva de peso podem desencadear lombalgia.

Para diagnosticar a doença, a ressonância magnética é o melhor método. Através desse exame é possível localizar a região afetada de forma simples e bem objetiva. Sendo assim, o paciente poderá iniciar o tratamento o quanto antes e evitar mais complicações.

Por fim, caso tenha gostado do conteúdo ou ainda possua alguma dúvida em relação ao assunto, deixe o seu comentário!

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