Saturação Normal: o que é, sintomas de baixo e qual a medida normal

Quando falamos de indicadores de saúde, um dos principais é o índice de saturação de um corpo. Dessa forma, acaba sendo um ótimo apoio para descobertas de doenças.

A saturação entra como um exame obrigatório em qualquer consulta, visto que é um indicador básico e pode ajudar a identificar doenças. Além disso, a saturação pode ser obtida através de oximetria ou gasometria.

Em geral, tudo vai depender das condições pessoais de cada paciente, e do momento em que se encontram com relação a saúde física. Ou seja, nesse caso estamos falando de doenças que podem causar uma predisposição.

O que é a saturação?

o que é saturação

A saturação diz respeito a um indicativo que mede a quantidade de oxigênio no sangue, no momento da circulação do mesmo. Nesse caso, o valor é dado em porcentagens, e é por elas que são medidas os índices de normalidade para cada caso.

Esse processo de medição ocorre para avaliar nosso corpo reagindo ao processo natural de respiração. Ou seja, quando o oxigênio entra nos pulmões e, após todo o processo natural, ocorre a distribuição para todo o corpo, pela corrente sanguínea.

Outro atuante nesse processo é a hemoglobina, responsável pelo carregamento de CO2 para os pulmões, no processo de retorno da respiração. Dessa forma, a ideia é medir quantos por cento de oxigênio está correndo no sangue naquele momento.

Qual seu objetivo?

Se você já fez check-up, sabe que o exame para medir é um dos mais solicitados e importantes no tratamento médico. Assim, já é de cara perceptível a importância de ter um controle rígido em cima da saturação.

Toda essa importância é justificada principalmente por ser um indicativo muito forte de possíveis problemas de saúde. Além disso, é peça principal na hora de identificar uma doença mais grave.

Ao realizar teste de saturação, algumas doenças capazes de serem encontradas são:

  • Asma;
  • Enfisema;
  • Embolia;
  • Fibrose cística;
  • Insuficiência cardíaca;
  • Anemia;
  • Defeitos congênitos

É importante perceber que estamos falando de doenças extremamente traiçoeiras e muitas vezes silenciosas. Por conta disso, o exame jamais pode deixar de ser realizado.

E é claro que, se é usado para diagnosticar algo, também pode ser usada para acompanhar o avanço desse tratamento. Por exemplo, é muito comum que tratamentos para anemia contenham uma grande quantidade de sessões para testes de saturação.

Além disso, podemos citar ainda o uso da saturação para monitoramento de pacientes em unidades de terapia intensiva. Dessa forma, mesmo que sedados, os pacientes conseguem trazer respostas parciais aos médicos graças a exames como o de saturação.

Saturação normal

Saturação Normal: o que é, sintomas de baixo e qual a medida normal 1

Com certeza você já está se perguntando sobre qual seria a porcentagem correta para que a saturação seja considerada normal. De maneira natural, quanto mais perto dos 100%, melhor é.

Mesmo assim, existe um valor mínimo de 95% para determinar que o paciente está com condições normais. Entretanto, é preciso estar atento às condições individuais de cada um, já que pessoas com doenças graves podem ter os percentuais mais baixos, ainda que normais.

Para pessoas com doenças respiratórias, o nível de saturação aceitável é acima dos 90%, mas o ideal é sempre não deixar chegar nesse número.

Com isso, é possível perceber que esse valor, apesar de existir um mínimo, acaba sendo muito particular, por depender das condições do paciente no momento. Dessa forma, o ideal é sempre buscar ajuda médica para realizar o tratamento.

Como medir a saturação?

O nome do exame realizado para medição, é a oximetria. Assim, usa-se aqui o chamado oxímetro, que pode ser usado nos modelos de dedos ou orelha.

Um ponto interessante é que o oxímetro é um aparelho portátil comum em hospitais, mas que é extremamente recomendável de se ter em casa. Afinal, é um aparelho simples de usar e que pode ajudar no controle correto dos níveis de saturação sem precisar sair de casa constantemente para isso.

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Além da oximetria, o paciente pode identificar seu nível de saturação usando a gasometria arterial, processo um pouco mais dolorido que a oximetria. Nesse caso, estamos falando de um processo feito apenas por profissionais, em hospitais.

Para a gasometria, é feito uma retirada de amostra de sangue do punho, para posterior análise. Por conta disso, a gasometria tem um tempo de resposta maior do que o encontrado no oxímetro.

A vantagem da gasometria para a oximetria são os outros indicativos que pode trazer ao paciente, como por exemplo saber a porcentagem de presença no sangue de potássio e sódio.

Gasometria é essencial para pacientes com doenças mais graves, principalmente por possuir um grau de detalhamento maior.

Saturação baixa

Já falamos neste artigo sobre a saturação considerada normal. Agora, vamos elencar alguns sintomas ligados ao baixo teor de saturação no sangue:

  • Cansaço;
  • Palpitações;
  • Tontura;
  • Suor excessivo;
  • Desmaio;
  • Sonolência;
  • Coma

Ao identificar esses sintomas, o ideal é que procure imediamente um hospital para realizar o exame necessário. Afinal, os exames de saturação estão aí exatamente para prevenir o máximo de doenças possível.

Como lidar com a saturação baixa

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Sabendo dos sintomas, se faz necessário conhecer também como agir quando perceber que está com baixa saturação. No entanto, lembre-se que estamos falando de um caso onde o paciente percebe por si só um dos sintomas.

Já que, de maneira geral, o recomendando é sempre buscar ajuda profissional. Sendo assim, algumas dicas para aumentar o nível de saturação no sangue são:

  • Respiração funda para que os pulmões possam se encher com uma quantidade maior de ar;
  • Tossir para facilitar o processo de respirar;
  • Evitar local muito fechado, onde ocorre a sensação de sufocamento e tem pouca quantidade de ar circulando.

Essas técnicas ajudam principalmente para os níveis mais comuns de diminuição na saturação. Ou seja, se você apresentar índices muito abaixo do normal, o ideal é partir direto para um hospital.

No hospital, um médico será capaz de determinar quais os melhores tratamentos para cada caso em específico. Por exemplo, existem pacientes que podem precisar de remédios para inflamação, o que já seria um problema um pouco mais grave que as quedas naturais.

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