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Polipectomia: o que é e quando é indicado

maio 13, 20226 Mins Read Saúde

Quando falamos de câncer no reto ou no intestino, é natural que se pense todas as causas que podem levar a esse diagnóstico. Entretanto, existem tratamentos que podem ser realizados como forma de prevenção, como por exemplo a polipectomia.

Uma das grandes vantagens desse procedimento é o pequeno grau de invasão que realiza no corpo humano, sendo bastante simples e rápido. Ou seja, é pouco invasivo e pode contribuir para evitar uma das doenças mais perigosas que existem.

Mesmo assim, poucas pessoas sabem de fato o que é a polipectomia e quais são suas características como indicações, como funciona e quem pode realizar. Por conta disso, no artigo de hoje você vai aprender um pouco mais sobre isso e principalmente a importância de se estar em dia com a mesma.

O que é Polipectomia?

De maneira simplificada, a polipectomia atua como um procedimento médico, realizado nas regiões do intestino e do reto. Assim, seu principal objetivo é a remoção dos chamados pólipos colorretais.

polipectomia

Com relação a outros tipos de colonoscopia, a polipectomia se destaca principalmente pela rapidez com que o médico pode atuar. Dessa forma, assim que se percebe a possibilidade dos pólipos, os mesmos podem ser retirados por completo para que a análise seja realizada apenas posteriormente.

Por conta disso, acaba ajudando o paciente principalmente se for descoberto um tipo maligno, visto que já foi retirado e não está mais em contato com o organismo. Com isso, a realização da polipectomia é principalmente um trabalho de prevenção.

Além disso, acaba trazendo uma tranquilidade maior ao paciente, por permitir essa retirada precoce e o diagnóstico mais rapidamente.

Entretanto, o que seriam os pólipos colorretais que citamos como o objeto de busca da polipectomia? É sobre isso que vamos falar no próximo tópico do artigo.

O que são pólipos colorretais?

Assim como outros organismos estranhos encontrados no corpo, os pólipos podem ser benignos, malignos ou adenomatoso. Ou seja, podem não ter possibilidade de evolução para câncer, uma pré-disposição e ser um tipo cancerígeno propriamente dito.

Os pólicos são “pedaços” de carne e tecido com volumes superiores ao normal e esperado, localizados principalmente na parede do intestino. Normalmente, suas dimensões são variadas e depende dela para ser classificado como cancerígeno ou não.

O grande ponto de atenção para os pólipos é o fato dos meses serem silenciosos, ou seja, o paciente não vai saber que os possui até realizar exames. Entretanto, essa falta de sintomas pode ser ultrapassada quando estamos falando de casos de pólipos maiores.

Polipectomia: o que é e quando é indicado 4

Até o momento, algumas características pessoais do paciente podem levar a suspeita de pólipos, como por exemplo a obesidade e o sedentarismo. Além disso, doenças como o tabagismo ou a própria inflamação intestinal também são pontos de atenção.

Pacientes com diabetes tipo II ou histórico familiar de câncer também entram na lista de risco.

A polipectomia costuma ser mais comum é pessoas de mais idade, e isso se explica também pela característica do pólipo. Nesse caso, sua predisposição é de ocorrer em pessoas com mais de 50 anos de idade.

Sendo assim, podemos montar uma lista final com:

  • Tabagismo;
  • Obesidade ou sedentarismo;
  • Pessoas com mais de 50 anos;
  • Diabete tipo II
  • Histórico familiar de câncer ou doenças no intestino;
  • Excesso de álcool.

Pensando nas características, é natural pensar que o decorrer da vida do paciente também sofre algumas alterações. Por exemplo, o cigarro e o álcool precisam ser evitados e devidamente controlados.

Como é realizada a polipectomia?

Como dito anteriormente, trata-se de um procedimento com baixo teor invasivo para o corpo humano. Ou seja, é bastante simples se comparado a outros do mesmo ramo.

Normalmente, o procedimento da polipectomia não ocorre sozinho, sendo acompanhado da colonoscopia ou da própria endoscopia. Com isso, a determinação de ser um procedimento solo ou não vai depender diretamente das condições de cada paciente.

prostatite

Sendo assim, o processo consiste em inserir um tubo acoplado com uma câmera, chamado de endoscópio. Nele, está sendo realizado todo o trabalho de eletrocoagulação da polipectomia.

A ideia desse lado metálico é exatamente chegar até onde esses pontos de pólipos estão localizados e realizar uma cauterização. Dessa forma, é possível perceber que se trata de algo bem tecnológico, alinhado a um mínimo teor de invasão.

Por conta disso, é um processo indolor, sem nenhum tipo de sintoma para o paciente no momento em que está ocorrendo-o.

É claro que todo o processo, em geral, vai depender das condições do paciente, principalmente do tamanho que os pólipos estão. Por exemplo, alguns casos é possível de ser realizada a polipectomia apenas com pinças.

Por outro lado, quando falamos de pólipos maiores, se faz necessário esse procedimento de cauterização. Além disso, dado o tamanho do pólipo, a polipectomia ainda pode apresentar outras necessidades individuais, a depender do caso encontrado.

Quando realizar?

Quando falamos de predisposição, citamos a idade como um dos fatores de atenção para a necessidade de retirada de pólipos. Por conta disso, a principal recomendação é que pessoas com mais de 50 anos realizem frequentemente o exame de colonoscopia.

medico para tratamento

Com isso, seria mais rápido e imediato identificar casos de câncer colorretal, além de já preparar para outros procedimentos que sejam necessários.

Além disso, se você possui na família histórico de doenças como câncer ou até mesmo doenças intestinais, também é necessária essa prevenção, com exames de rotina.

Por outro lado, caso o paciente não apresente nenhum caso de risco, o ideal é que se realize pelo menos a cada 5 anos. Dessa forma, o paciente conseguiria garantir a prevenção que o exame propõe.

É importante ressaltar que esse tempo era de 10 anos, mas foi necessária a mudança pela alta no número de casos de câncer colorretal. Ou seja, já é um problema grande e que está sendo combatido pelo mundo.

O principal causador desse aumento é, além da prevenção, o fato de estarmos falando de uma doença silenciosa, que não apresenta sintomas. Assim, muitos pacientes já detectam em estágio mais avançado, dificultando o tratamento.

Por isso, esteja sempre em dia com os exames de rotina e, principalmente, cumprindo os prazos máximos para voltar a realizar a colonoscopia.

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